O controle de organismos geneticamente modificados (OGMs) em commodities agrícolas e seus derivados tornou-se um dos principais desafios técnicos e operacionais na indústria de alimentos.
Em cadeias produtivas baseadas em culturas como soja, milho e canola, a presença de material geneticamente modificado não é uma exceção, mas uma variável inerente ao sistema.
A complexidade logística das commodities que envolve armazenamento, transporte, processamento e mistura de lotes, torna inviável garantir a ausência ou conformidade de OGMs sem o suporte de análises laboratoriais confiáveis.
No contexto de cereais e produtos derivados, esse desafio se intensifica. Processos industriais podem alterar características físicas e químicas dos ingredientes, mas o material genético permanece detectável, permitindo a aplicação de métodos analíticos baseados em DNA como principal ferramenta de controle.
A FoodChain atua nesse cenário oferecendo análises voltadas à detecção e quantificação de OGMs em commodities, cereais e seus derivados. A abordagem adotada considera não apenas a identificação da presença, mas a geração de dados analíticos consistentes que sustentem decisões técnicas, regulatórias e comerciais.
A base técnica dessas análises está em metodologias avançadas, com destaque para a detecção quantitativa por PCR em tempo real (qPCR), amplamente reconhecida como o padrão mais confiável do setor. Essa tecnologia permite identificar a presença de OGMs mesmo em alimentos processados, onde a degradação de proteínas inviabiliza outras abordagens.
Ao utilizar análises baseadas em DNA, a FoodChain assegura maior precisão e robustez nos resultados, independentemente da matriz analisada.
Na prática, isso se traduz em um processo analítico altamente controlado. A extração de DNA é realizada em diferentes tipos de produtos, incluindo matrizes complexas como pães, tofu, óleos vegetais e derivados de soja.
A partir disso, são aplicados ensaios direcionados a elementos genéticos específicos, como o promotor CMV35S, amplamente utilizado em organismos geneticamente modificados.
A quantificação é realizada por meio de PCR em tempo real, permitindo determinar níveis de OGM com limites de detecção a partir de 0,01% e quantificação a partir de 0,05%, dentro de um processo monitorado em até 45 ciclos.
Esse nível de precisão é essencial para empresas que precisam atender a limites regulatórios, validar rotulagens ou garantir especificações contratuais. Não basta identificar a presença de OGM; é necessário mensurar com exatidão e com confiabilidade suficiente para sustentar auditorias e exigências de mercado.
Outro aspecto fundamental é a rastreabilidade. A FoodChain estrutura suas análises de forma que cada etapa do processo possa ser acompanhada, oferecendo visibilidade completa e segurança na interpretação dos resultados. Isso reduz incertezas, facilita auditorias e fortalece o controle interno de qualidade.
A operação também é desenhada para atender à realidade das empresas. A entrega de resultados rápidos e precisos, aliada a um suporte técnico especializado, permite não apenas esclarecer dúvidas, mas também transformar dados analíticos em decisões mais seguras.
Além da conformidade com legislações de rotulagem, o controle analítico de OGM impacta diretamente a viabilidade comercial. Mercados internacionais, certificações específicas e contratos comerciais frequentemente estabelecem limites rigorosos para a presença de material geneticamente modificado, exigindo comprovação técnica baseada em análises laboratoriais.
Portanto, o controle de OGM em alimentos consolidou-se como um componente estratégico para empresas que buscam crescer de forma estruturada, segura e alinhada às exigências do mercado.