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Tenha um diferencial e evolua no mercado de cárneos, embutidos e alimentos

Indústrias de produtos cárneos e embutidos que utilizam proteína e lecitina de soja com Identidade Preservada, sem modificação genética, encontram no mercado uma nova forma de diferenciar seus alimentos. A FoodChain ID traz da Inglaterra uma verificação que dará às marcas brasileiras a chance de exibir um selo de “Não-OGM” (não-transgênico), sempre que o percentual de OGMs nos alimentos for de igual ou inferior a 0,9%.

Mesmo produtos que utilizam somente ingredientes oriundos de soja convencional estão obrigados a ostentar nos rótulos a informação de que contêm transgênicos, desde que o STF obrigou essa marcação para qualquer traço de modificação, independente do percentual apresentado. “Na prática, empresas que compram proteína de soja certificada IP, sem transgênico estão tendo de usar o mesmo selo de quem usa 100% de soja transgênica como ingrediente. Isso porque, ainda que usem ingrediente certificado, é difícil evitar qualquer traço de contaminação. A nova verificação volta a valorizar quem se preocupa em usar ingredientes não modificados e apresenta um percentual mínimo de OGMs, como previa a legislação”, afirma Augusto Freire, diretor da FoodChain ID. A lei que foi invalidada pelo Supremo obrigava a rotulagem com o “T” de transgênicos quaisquer alimentos com mais de 1.0% de OGM. A concessão do selo da FoodChain ID será a produtos 99.1% sem OGM.

A verificação da empresa começa a ser ofertada para quem fabrica cárneos e embutidos – como salsicha, salame, presunto, entre outros -, já que o Ministério da Agricultura fiscaliza com rigor o segmento e obriga a utilização do “T” nas embalagens, em razão da utilização de proteína de soja nesses produtos. O mercado de cárneos e embutidos faz parte do dia a dia dos brasileiros. Segundo pesquisa da Opinion Box, cerca de 56% dos brasileiros consomem embutidos e frios uma vez por semana ou mais. Ainda segundo a pesquisa realizada em 2019, a classe de embutidos não tem um horário especial para consumo, estando presente no café da manhã, no almoço e também no jantar dos cidadãos. Apesar do foco inicial nesse segmento a verificação de alimentos sem transgênicos será disponibilizada para toda a indústria alimentícia.

Para ostentar o selo de Não-OGM nas embalagens de suas marcas, as empresas terão de demonstrar a aquisição de ingredientes livres de modificação, além de outras documentações e amostras dos produtos alimentícios para o laboratório da FoodChain, que criou o primeiro Padrão de Certificação Não-OGM. O processo poderá contar com auditoria presencial ou remota, mas é muito mais ágil do que a certificação, podendo ser feito parcial ou totalmente online.

Se você trabalha em uma indústria de alimentos e quer saber mais sobre a verificação e o selo de livre de transgênicos, inclusive a regulamentação um tanto complexa do setor, preencha o formulário que entraremos em contato em breve.

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