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Sliced fruits
O Grupo Global ID muda sua marca para FoodChain ID

Para atender à necessidade dos clientes por um serviço integrado.

FAIRFIELD, Iowa, 16 de julho de 2018 /PRNewswire/ — O Grupo Global ID, com sede em Fairfield, Iowa, mudou sua marca. Agora é a FoodChain ID. Anteriormente, a organização era formada por três divisões distintas: Genetic ID, Cert ID e FoodChain ID.

“Isto atende a uma necessidade expressa repetidamente por nossos maiores clientes, de utilizar os serviços das três divisões através de um único ponto de contato”, disse Brad Riemenapp, o recém-nomeado CEO da FoodChain ID. “A mudança para uma única marca não somente melhora a experiência do cliente, mas também otimiza nossos esforços de vendas, marketing e comunicações”.

O antigo Grupo Global ID oferece há mais de 20 anos serviços especializados para as indústrias de alimentos, bebidas, ingredientes e componentes alimentares (por exemplo, grãos), abrangendo toda a cadeia de suprimento alimentar. Como FoodChain ID, a empresa pode trabalhar de forma mais colaborativa com os clientes oferecendo serviços de certificação, análises e validação, segurança de alimentos e reinvindicações para rótulos de consumidores.

“Na atual e nova economia do setor de alimentos, nossos clientes têm que atender a crescente demanda do consumidor e das regulamentações, buscando mais visibilidade, transparência e sustentabilidade”, explicou Riemenapp. “Como resultado, nossos clientes estão sob forte pressão para produzir de acordo com os mais altos padrões, o que exige conhecimento sobre todos os aspectos da cadeia de suprimento”.

Com tanta coisa em jogo na indústria, um maior número de empresas exige um único serviço com profunda expertise, o qual possa fornecer soluções holísticas de uma maneira que seja ágil e flexível o bastante para atendê-los no que for necessário. Isso os ajuda a melhor gerenciar processos complexos e operar de maneira mais eficiente e com um bom custo-benefício.

Um dos serviços da empresa mais procurados é o serviço de verificação do Non-GMO Project (organismos não geneticamente modificados) o qual é agora o padrão mais reconhecido na América do Norte para verificar as operações de produção de alimentos Não-OGM.

Na verdade, desde 2007, como administradora técnica fundadora do Non-GMO Project e co-desenvolvedora de seu programa de verificação de produtos, a FoodChain ID verificou a maior parte dos produtos do mercado do Non-GMO Project Verified na América do Norte. Mais de 50.000 produtos, representando milhares de marcas, fabricantes, processadores, produtores agrícolas, distribuidores, embaladores e exportadores.

Com 50% desses clientes Não-OGM também solicitando certificação orgânica, a empresa adquiriu a BioAgricert, uma empresa global com mais de 33 anos de expertise no setor orgânico. A BioAgricert é um dos principais órgãos globais de certificação do NOP (Programa Orgânico Nacional do USDA), já tendo certificado mais de 900 operações.

A posição de liderança da BioAgriCert na certificação orgânica aliada com a forte posição de liderança da FoodChain ID na verificação de Não-OGM fortalece ainda mais a posição de liderança da FoodChain ID no fornecimento de reinvindicações independentes de terceira parte nos rótulos.

A habilidade de oferecer estas certificações juntamente com outras certificações de segurança e qualidade de alimentos, aprovadas pela GFSI (Iniciativa Global para Segurança de Alimentos), tais como SQF, BRC, GlobalG.A.P. e FSSC 22000, permite que muitos clientes da FoodChain ID tenham condição de suprir suas necessidades a partir de um único fornecedor, em um só lugar.

A experiência da FoodChain ID de fornecer soluções integradas de segurança e qualidade de alimentos para uma indústria em constate evolução, impulsionou o crescimento da empresa. Os escritórios estão localizados nos Estados Unidos, Reino Unido, Brasil, Alemanha e Itália, e atendem a mais de 30.000 clientes em todo o mundo.

Pensando no futuro, a FoodChain ID estima que terá mais de 31.000 clientes até o final de 2018.

Sobre a FoodChain ID

A FoodChain ID, anteriormente conhecida como Grupo Global ID, até recentemente era formada por três divisões: Genetic ID, Cert ID e FoodChain ID para verificação do Projeto Não OGM. Em um esforço para ampliar suas ofertas e melhorar o serviço aos clientes, a empresa agora mudou sua marca para FoodChain ID. A FoodChain ID fornece soluções integradas de segurança e qualidade de alimentos as quais tratam dos desafios e oportunidades na indústria de alimentos em constante evolução. Atendendo mais de 30.000 clientes em mais de 100 países com um portfólio líder de mercado de análises, inspeção, certificação e serviços de consultoria, a FoodChain ID ajuda as empresas a transitar numa economia global de alimentos cada vez mais regulamentada, a qual exige níveis mais altos de transparência, responsabilidade, segurança e sustentabilidade.

Fonte: Exame On-line

https://exame.abril.com.br/negocios/releases/o-grupo-global-id-muda-sua-marca-para-foodchain-id/

 

A produção global de soja certificada pode chegar à metade da safra colhida no Brasil. Quem apostar nesse mercado leva bônus.

O Brasil pode se tornar na próxima safra o maior produtor global de soja. A previsão é de 117 milhões de toneladas colhidas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda, na sigla em inglês). É um feito e tanto para uma cultura que ganhou escala no País a partir dos anos 1980, enquanto nos Estados Unidos, que deve cair para o segundo lugar, a soja é cultivada há mais de um século. A posição de maior produtor é importante para o País, mas a nova fronteira econômica do grão não tem relação com o volume tirado do campo. O que vai garantir o mercado futuro, com produtores cada vez mais remunerados, são as certificações. A boa notícia é que o Brasil tem saído na frente nessa tarefa. No ano passado, o País produziu 3,4 milhões de toneladas de soja certificada, 82,3% de todo o grão monitorado no mundo. “A oferta brasileira desse tipo de grão vai continuar crescendo”, diz a economista e produtora rural argentina Marina Born, presidente da Mesa Redonda da Soja Responsável (RTRS, na sigla em inglês). “A soja certificada está trazendo mais transparência na gestão das fazendas. ”

O grão também traz mais renda. O bônus por tonelada pode chegar a US$ 5. Em uma conta simples, isso significaria US$ 26,1 milhões nas exportações de soja no ano passado, caso o Brasil exportasse apenas o grão certificado. Em 2017, o País exportou 68,1 milhões de toneladas de soja, por US$ 25,7 bilhões. Está aí uma oportunidade de negócio. O Brasil se firma como o maior produtor de soja com comprovação sustentável no mundo, num mercado global que entrou num ritmo de crescimento médio de um milhão de toneladas a cada ano. A RTRS, criada em 2009, com sede em Zurique, na Suíça, é uma instituição formada por 197 membros de 27 países, tem a função de monitorar as boas práticas em toda a cadeia, exigidas por compradores internacionais. Fazem parte produtores rurais, entidades e empresas do setor industrial, do comércio e de finanças.

A agricultora Dudy Paiva, 60 anos, da fazenda Santana, no município de Sorriso (MT), faz parte de um time de 73 produtores mato-grossenses que certificam a lavoura. Há quatro anos, mil hectares de cultivo levam o selo. “Mesmo antes do selo existir, já queria algo que melhorasse a fazenda”, diz Dudy. “Isso veio com o enquadramento da fazenda às normas da RTRS”. Na safra passada, ela colheu 58 mil sacas. Recebeu R$ 3,1 milhões no preço base e mais R$ 24 mil de bônus. “O valor nem é o grande chamariz para nós. O que realmente importa é que existe uma documentação internacional que está atestando o nosso trabalho”, diz Dudy. “É uma prova de que estamos fazendo um trabalho correto e que tem tudo para crescer ainda mais. ” Parte da produção de Dudy é exportada para a França e vira ração para as vacas leiteiras do laticínio Bel, com sede em Paris, e que faturou € 2,9 bilhões globalmente.

Na produção, a previsão global para a safra 2018/2019 é de 355 milhões de toneladas. O volume de soja certificada foi de 420,7 mil toneladas em 2011, primeiro ano em que foi para o mercado. Neste ano, a previsão é de cinco milhões de toneladas e, em uma década, poderá ser 55 milhões de toneladas, metade da atual produção brasileira do grão. Para o economista Cid Sanches, representante geral da RTRS no Brasil, a tendência mundial é que as empresas passem a processar cada vez mais a soja certificada. “Até a agroindústria nacional, que não consumia quase nada dessa soja, hoje já consome”, diz Sanches. “A Alemanha, que até 2016 não tinha nenhuma empresa que comprava, já conta com duas empresas. Neste ano, houve a primeira compra pela Indonésia. ” Atualmente, as maiores demandas por soja certificada vêm da Holanda, Suécia, Finlândia e Dinamarca.

Mas a RTRS não deve ficar apenas na soja. A meta é criar subdivisões de certificações para sojas não-transgênicas, orgânicas e para biodiesel. Há até uma proposta para o milho. “É um plantio que está de mãos dadas com a soja e que amplia mais o mercado ao produtor”, diz Marina. “A demanda, cada vez mais, não é por soja, simplesmente. A tendência é de uma demanda diversificada”. Atualmente, cinco certificadoras selam a produção. Entre elas, a brasileira Cert Id, a holandesa Control Union e a suíça SGS. Além de produtores do Brasil, a certificação do grão também ocorre na Argentina, China, Estados Unidos, Índia, Moçambique, Paraguai e Uruguai. O selo vem mediante uma série de práticas agrícolas, como desmatamento zero, conservação do solo e do ambiente, respeito às leis e promoção das comunidades locais.

Fonte: Dinheiro Rural On-line

https://www.dinheirorural.com.br/mais-responsavel-e-rentavel/

 

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